Fevereiro Roxo: campanha de conscientização do Mal de Alzheimer

February 7, 2018

Fevereiro é o mês de conscientização sobre o Mal de Alzheimer, Fibromialgia e Lúpus.

 

Neste post, saiba mais sobre o Mal de Alzheimer, também conhecida por “esclerose” - uma enfermidade incurável, de caráter neurode-generativo, que se agrava ao longo do tempo.

 

Contudo, quando diagnosticada na fase inicial, o tratamento costuma ser satisfatório.

 

Segundo dados da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), no Brasil há cerca de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade e 6% destes sofrem de Alzheimer. Nos EUA é a quarta doença que mais mata pessoas idosas entre 75 e 80 anos, perdendo apenas para o infarto, o derrame e o câncer.

 

A maioria de seus pacientes são pessoas idosas. A doença tem início com demência (principal causa) e/ou perda das funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), devido à morte das células cerebrais, o que faz reduzir a capacidade de realizar tarefas simples, interferindo no comportamento e na personalidade.

 

Sintomas

 

Inicialmente, o paciente perde sua memória mais recente, podendo até lembrar com precisão os acontecimentos de anos atrás, mas esquecer de ações simples, como ter acabado de realizar uma refeição.

 

Com a evolução do quadro, a doença causa grande impacto no cotidiano da pessoa e afeta a capacidade de aprendizado, atenção, orientação, compreensão e linguagem.

 

A pessoa fica cada vez mais dependente da ajuda dos outros, até mesmo para rotinas básicas, como a higiene pessoal e a alimentação.

 

Grupos de risco

 

1. Pessoas idosas de 60 a 80 anos

 

Contudo, esta é uma condição que ninguém pode mudar, mas ela é, indiscutivelmente, o mais reconhecido fator de risco.

 

Embora a prevalência do Mal de Alzheimer aumente com a idade, isto não é uma condição normal da velhice. Ela é apenas uma doença que se aproveita do envelhecimento, mas não faz parte dele, pois muitas pessoas bastante idosas não a desenvolvem.

 

Pode ser normal para os idosos apresentarem sutis declínios em suas habilidades intelectuais, porém, não chega a afetar a sua capacidade de bom funcionamento no dia a dia.

 

2. Sexo feminino

 

Acomete mais as mulheres do que o homem (uma relação de 3 para 2), uma explicação pode ser porque as mulheres vivem mais.

 

3. Nível de escolaridade

 

Outros estudos apontam que o baixo nível educacional e pessoas analfabetas parecem ser mais predispostas a desenvolverem o Alzheimer.

 

Pessoas com atividade intelectual intensa parecem fazer mais sinapses (comunicação entre as células), o que pode fazer com que os sintomas demorem mais para aparecer. 

 

Qual profissional devo procurar?

 

O neurologista ou o geriatra (médico de idosos). É preciso cuidado e atenção com os comportamentos e sintomas da pessoa idosa, pois a família, muitas vezes, acaba desconsiderando a doença porque assimila os sintomas à idade avançada da pessoa. Por isto também a dificuldade em fazer o diagnóstico.

 

Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.

 

Fonte: Associação Brasileira de Alzheimer

Ministério da Saúde

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