Setembro Amarelo: Prevenção ao suicídio

September 20, 2016

O Setembro Amarelo é uma campanha criada em 2014 e busca conscientizar a população sobre a prevenção do suicídio.

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde, 9 em cada 10 casos poderiam ser prevenidos.

 

O suicídio é entendido como uma questão de Saúde Pública em todos os países.

 

É considerado um problema complexo para o qual não há uma única razão para acontecer. Podemos entender que é resultado de uma série de fatores: biológicos, genéticos, psicológicos, sociais, culturais e ambientais.

 

O ato suicida deve ser entendido de forma singular, pois não há explicações de como uma pessoa comete suicídio e outra não vivenciando situações similares. Esta prática pode, no entanto, ser prevenida.

 

Identificando os fatores que sugerem o risco do suicídio, poderemos prevenir sua ocorrência. São eles:

 

1. Comportamento retraído, inabilidade para se relacionar com a família e amigos

2. Doença psiquiátrica


3. Alcoolismo


4. Ansiedade ou pânico


5. Mudança na personalidade, irritabilidade, pessimismo, depressão ou apatia


6. Mudança no hábito alimentar e de sono


7. Tentativa de suicídio anterior


8. Odiar­-se, sentimento de culpa, de se sentir sem valor ou com vergonha

9. Uma perda recente importante – morte, divórcio, separação, etc.


10. Histórico familiar de suicídio


11. Desejo súbito de concluir os afazeres pessoais, organizar documentos,

escrever um testamento, etc.


12. Sentimentos de solidão, impotência, desesperança.

13. Cartas de despedida


14. Doença física


15. Menção repetida de morte ou suicídio

 

 

Além disso, é importante legitimar os riscos do suicídio ao invés de considerar os sinais como não importantes. Consideramos que existem alguns “mitos” sobre o tema, os quais devem ser reconsiderados. São eles:

  • As pessoas que falam sobre o suicídio não farão mal a si próprias, pois querem apenas chamar a atenção; 


  • O suicídio é sempre impulsivo e acontece sem aviso; 


  • Os indivíduos suicidas querem mesmo morrer ou estão decididos a 
matar­-se; 


  • Quando um indivíduo mostra sinais de melhoria ou sobrevive a uma 
tentativa de suicídio, está fora de perigo; 


  • O suicídio é sempre hereditário; 


  • Os indivíduos que tentam ou cometem suicídio têm sempre alguma 
perturbação mental; 


  • Se falarmos daremos a ideia de suicídio à pessoa; 


  • Após uma pessoa tentar cometer suicídio uma vez, nunca voltará a tentar 
novamente; 


  • As crianças não cometem suicídio dado que não entendem que a morte é 
final e são cognitivamente incapazes de se empenhar num ato suicida. 


 

Se você observar que pessoas dos seu convívio apresente algum dos sintomas descritos acima, oriente a buscar ajuda profissional.

 

Serviço: Fernanda A. Melicchio Fevereiro (CRP: 06 / 103186) e Natasha Midori Facchinato (CRP: 06/ 99043) são psicólogas clínica e atendem na Clínica Integrada Vitallis, parceira da Rede TEM. Agende uma consulta inicial pelo 0800 8368 836.

 

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