Dependência química: decisão e apoio

December 16, 2015

No início, são alguns goles de bebida alcoólica e um ou outro cigarro. Depois, desponta uma curiosidade por maconha e até pode chegar ao uso de cocaína e crack.

 

Esse costuma ser o trajeto de adolescentes pelo mundo das drogas, que tem começado cada vez mais cedo.

 

Em uma pesquisa recente, o Centro de Referência Estadual em Álcool e Drogas (Cread) informou que mais de dois terços dos 1.976 dependentes químicos, que buscaram ajuda, experimentaram drogas entre 12 e 17 anos. O álcool foi a porta de entrada para 37%.

 

 

A tomada de decisão para o tratamento

 

 

Segundo a psicóloga Natália de Gênova, tanto o apoio psicológico, quanto o social, neste caso, o apoio da família precisam estar em evidência e harmonia neste momento.

 

“A dependência interfere drasticamente em todo o funcionamento do indivíduo, particularmente, nas esferas emocionais que acaba influenciando em tomadas de decisões do usuário”, explica a psicóloga.

 

Desta forma, um indivíduo que sente o real desejo de parar não “consegue” ir adiante com a decisão, pois seu sistema de tomada de decisão está prejudicado.

 

É muito difícil vencer essa batalha sozinho, porém com uma rede de apoio, planejamento e profissionais que entendem da doença, é possível ser bem sucedido nessa batalha diária e viver uma vida saudável, com laços familiares satisfatórios e estruturados.

 

Serviço: Natália de Genova (CRP: 06/110033), Psicóloga especialista em Intervenções Multiprofissional na dependência química, é parceira da Rede TEM. Para agendar uma consulta e conhecer as condições especiais do tratamento, ligue para nossa Central de Atendimento: 0800 836 88 36.

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