Luta Contra Aids

December 1, 2015

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Ou seja, o causador da aids ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças.

 

As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.

 

Evitar a doença não é difícil. Basta usar camisinha em todas as relações sexuais e não compartilhar seringa, agulha e outro objeto cortante com outras pessoas. O preservativo está disponível nas redes de farmácia, supermercados e redes pública de saúde. Previna-se.

 

Por que usar a camisinha?

 

A camisinha é o método mais eficaz para se prevenir contra muitas doenças sexualmente transmissíveis, como a aids, alguns tipos de hepatites e a sífilis, por exemplo. Além disso, evita uma gravidez não planejada. Por isso, use camisinha sempre.

 

Mas o preservativo não deve ser uma opção somente para quem não se infectou com o HIV. Além de evitar a transmissão de outras doenças, que podem prejudicar ainda mais o sistema imunológico, previne contra a reinfecção pelo vírus causador da aids, o que pode agravar ainda mais a saúde da pessoa.

 

Formas de contágio

 

Como o HIV, vírus causador da aids, está presente no sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno, a doença pode ser transmitida de várias formas:

 

- Sexo sem camisinha - pode ser vaginal, anal ou oral

- De mãe infectada para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação - também chamado de transmissão vertical

- Uso da mesma seringa ou agulha contaminada por mais de uma pessoa

- Transfusão de sangue contaminado com o HIV

- Instrumentos que furam ou cortam, não esterilizados

 

Sintomas e fases da aids

 

Quando ocorre a infecção pelo vírus causador da aids o sistema imunológico começa a ser atacado. E é na primeira fase, chamada de infecção aguda, que ocorre a incubação do HIV - tempo da exposição ao vírus até o surgimento dos primeiros sinais da doença. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos passa despercebido.

 

A próxima fase é marcada pela forte interação entre as células de defesa e as constantes e rápidas mutações do vírus. Esse período, que pode durar muitos anos, é chamado de assintomático, por não apresentar sintomas.

 

Com o frequente ataque, as células de defesa começam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a infecções comuns. A fase sintomática inicial é caracterizada pela alta redução dos linfócitos. Os sintomas mais comuns são: febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento.

 

Comportamento de risco 
No começo da epidemia, pelo fato da aids atingir, principalmente, os homens homossexuais, os usuários de drogas injetáveis e os hemofílicos, eles eram, à época, considerados grupos de risco. Atualmente, fala-se em comportamento de risco e não mais em grupo de risco, pois o vírus passou a se espalhar de forma geral, não mais se concentrando apenas nesses grupos específicos.

 

O número de heterossexuais infectados por HIV tem aumentado proporcionalmente com a epidemia nos últimos anos, principalmente entre mulheres.

 

Qualidade de Vida

 

Uma alimentação saudável aumenta a resistência à aids fornecendo energia para as atividades diárias e, também, vitaminas e minerais que o organismo precisa.

 

Caso você tenha alguma suspeita ou sintoma, agende já uma consulta com um médico da Rede TEM na Central de Atendimento 0800 836 88 36. Aqui #TEM #saude, #prevencao e #qualidadedevida.

 

 

Fontes: Ministério da Saúde e Wikipédia.

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